terça-feira, 25 de junho de 2013

PORTA FIDEI: O ANO DA FÉ E O CURSILHO

Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á.
Mt 7,8

Olá amigos decolores,
Esse semana nossa escola refletiu sobre O ANO DA FÉ E O CURSILHO. Tendo como base para esse estudo a Carta Apostólica PORTA FIDEI e o subsídio que o MCC elaborou: "Do Jubileu para um novo Pentecostes". A nossa reflexão foi conduzida por Márcio Padovani.

Estiveram presentes: Regina, Cida, Jose Angelo, Maria Cristina, Selma, Luciana, Rodrigo, Renata, Bruno, Lorena, Márcio Padovani e Luciano.


O MOVIMENTO DE CURSILHOS DE CRISTANDADE DO BRASIL E O ANO DA FÉ



Introdução
  • Porta Fidei: carta apostólica de 11 de outubro de 2011, escrita pelo Papa Emérito Bento XVI.
  • Pela carta “A porta da fé”, o papa convoca a Igreja a viver o Ano da Fé (11/10/12 a 24/11/13).
  • O MCC é convocado, já que é igreja, a inserir seus testemunhos de fé na proposta de conversão de pessoas, nos encontros com JC e na evangelização ambiental.



1. Conteúdo da carta:
1. Professar a Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – é abrir a Porta da Fé aos pagãos.
2. Vivemos uma “crise de fé”, mas estamos mais preocupados com as consequências do que com a fé.
3. Alimentar o “crer” – a fé em Jesus – é a resposta que Ele nos dá para o caminho da salvação.
4. A proclamação de um “Ano da Fé” trará um tempo de particular reflexão e redescoberta da fé a igreja.
5. O Ano da Fé “coincide” com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II, ressaltando a importância de seus escritos.
6. O Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor.
7. Precisamos redescobrir a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé.
8. Convoca todas as comunidades, eclesiais ou não, a fazer publicamente profissão do Credo.
9. Sugere, como atitudes para o Ano da Fé, confessar, celebrar e testemunhar a fé, de modo criativo e generoso.
10.1. Percurso para compreensão da fé - 1º passo: Acredita-se com o coração e professa-se pela boca.
10.2. Percurso para compreensão da fé - 2º passo: Professar com a boca implica em testemunho e compromisso públicos.
10.3. Percurso para compreensão da fé - 3º passo: Importância de crer em quem crê, como na igreja.
10.4. Percurso para compreensão da fé - 4º passo: Crer com inteligência, se formando nos conteúdos da fé.
10.5. Percurso para compreensão da fé - 5º passo: Reconhecer o “preâmbulo da fé” como porta para o caminho a Deus.
11.  Ressalta a importância do CIC para o ensino da fé, pois é norma segura, cujo crente deve se reconhecer.
12. Sugere o incentivo ao estudo do CIC, sem medo, pois a ciência e a fé tendem para a verdade.
13. Salienta que a história do Povo de Deus é marcada por milhares de exemplos de fé.
14. Lembra-nos da proximidade entre fé e caridade, cuja separação não promove frutos.
15. Convite para a constante “procura da fé” e não indolentes na fé.

2- Algumas ressonâncias da PF sobre o MCC:
(apenas impressões, pois muito mais pode-se encontrar com uma leitura reflexiva)
2. Em relação a definição do MCC:
2.1. Movimento Eclesial: pressupõe fazer parte da igreja e aderir as suas motivações; ainda, por ser movimento... pode mudar sua prática, se adequando a caminhada. EX.: Profissão de fé (credo) pública. (nº 8)
2.2. Método Querigmático-Vivencial: A igreja é convocada, e com ela os movimentos, a anunciar Jesus (querígma), não de forma teórica, mas vivencial, com o testemunho, a todos (nos ambientes). (nº 7)
2.3. Facilita a vivência e a convivência do fundamental cristão: A vivência em cristo exige uma convivência cristã (coletiva). O agir coletivo traz maior eficácia já que é comunitário. (nº 10.3)
2.4. Ajudando a descobrir a vocação pessoal, respeitando-a: Na intenção de servir de orientador na direção da “porta da fé” o MCC se renova para promover o encontro com Cristo, suscitando, a seu tempo, a vocação pessoal. (nº 6)
2.5. Criando núcleos de cristãos que fomentem de evangelho os ambientes: A intenção do “Ano da Fé” é a reflexão e a redescoberta da fé a igreja e, nenhum lugar melhor disso acontecer do que nos núcleos que, por serem formados por cristãos, são igreja. (nº 4)

3- Sugestões práticas para a confissão da fé pelo MCC:
(devemos professar mais do que já fazemos? nº 9)
3.1.  No Pré-Cursilho: 
- Além dos batizados afastados (cuja fé diminuiu ou é negada), sugere-se o convite aos que atravessam uma “crise de fé”, reencontrando Jesus.
- Aproximar-se (e, porque não, acolhê-los) dos que professam outra fé, outra religião, dos que não creem ou são indiferentes. (nº 10.5)
3.2.  No Cursilho: 
- Potencializar, nas mensagens, o testemunho de uma vida de fé em Jesus, ao invés de contarem episódios de alcance de graças.
3.3. No Pós-Cursilho:
- Estudo do CIC nas escolas, promovendo o conhecimento sistemático da fé. (nº 11)
- Promoção da caridade, deixando de ser apenas discípulo, mas muito mais missionário. (nº 14)
- “Recitação” do Credo, após a oração do Espírito Santo, acrescentando ao final: “creio, Senhor, mas aumentai a minha fé”; em todas as reuniões, encontros, ultreias, etc.


25 de junho: São Guilherme de Vercelli, São Máximo de Turim, São Próspero de Aquitânia; rogai por nós!

terça-feira, 18 de junho de 2013

MCC: ESSÊNCIA, FINALIDADE, MENTALIDADE E MÉTODO

"Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito"
Mt 5,48

Olá irmãos cursilhistas,
Esse semana tivemos a presença de Artur (Escola de Vitória) que veio falar para nós sobre MCC: Essência, Finalidade, Mentalidade e Método.

Estiveram presente: Aurinha, Silvana, Márcio, Luciano, Mª Cristina, Paulo, Antonio Gomes, Artur, Cida, José Angelo, Ione, Ismiti, Regina e Leonora.






MCC: ESSÊNCIA, FINALIDADE, MENTALIDADE E MÉTODO

1 - Essência:
A essência do MCC está contida nos seguintes pontos:
  • É um movimento
  • É um Movimento Eclesial

2 - Finalidade:
Possibilitar a vivência e a convivência do fundamental cristão.
O MCC enfatiza, sobretudo, algumas verdades do "fundamental cristão", que constituem o seu eixo teológico:
  • Jesus Cristo
  • A Graça
  • A Fé
  • A Igreja
  • Os Sacramentos
O MCC concretiza essa vivência do 'fundamental cristão em quatro aspectos:
a) no encontro com Deus
b) na amizade com Cristo
c) na comunidade com os irmãos
d) na responsabilidade apostólica

O MCC ajuda a descobrir e a realizar a vocação pessoal, respeitando-a.
A chamada de Deus à vocação tem três aspectos fundamentais:
1 - a vocação humana
2 - a vocação cristã
3 - a vocação cristã específica.

Para criar núcleos de cristãos.
Que fermentem de Evangelho os  ambientes



3 - Mentalidade
São os critérios e valores dos quais estamos imbuídos e com os quais aplicamos sua definição e seu método no PRÉ, no CUR e no PÓS. A mentalidade é a chave explicativa do MCC.

4 - Método
As principais características do método do MCC são:
  1. É querigmático
  2. É cristocêntrico
  3. É testemunhal
  4. É pessoal
  5. É caminho para a conversão
  6. É comunitário
  7. É indutivo

18 de junho: São Gregório João Barbarigo; rogai por nós!

terça-feira, 11 de junho de 2013

PERSPECTIVA DO MCC HOJE - 2ª PARTE

"Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo."
Mt 10,7 

Olá irmãos cursilhistas,
continuamos esse semana na Escola Vivencia nosso estudo sobre as Perpectiva do MCC de Hoje.

Estiveram presente: Aleida, Patrícia, Maria Cristina, Regina, Heliane, Juviani, Rodrigo, José Angelo, Paulo, Hilda, Márcio, Lunélia e Luciano.



PERSPECTIVA DO MCC HOJE - 2ª PARTE


1- O que é Cursilho? 
O Movimento de Cursilhos de Cristandade é um movimento de Igreja que, mediante um método próprio, possibilita a vivência do fundamental cristão, ajuda a descobrir e a realizar a vocação pessoal, criando núcleos de cristãos, que irão fermentar de Evangelho os ambientes. 

2 - O que é um movimento? 
Os movimentos são formas associativas de participação na vida da Igreja e na sua missão. Na atualidade, milhões de católicos vivem sua pertença à Igreja segundo as novas formas associativas.

Encontramos, por exemplo, Focolares, Comunhão e Libertação, Caminho Neo-Catecumenal, Renovação Carismática Católica e Movimeno de Cursilhos de Cristandade. 

O fenômeno dos movimentos tem suas raízes já na época anterior ao Concílio Vaticano II. Os textos conciliares favoreceram o crescimento dessas experiências e abriram as portas para novas. Isso está explícito na Constituição Dogmática Lumen gentium (cap. IV), na Gaudium et spes (n. 43) ou na Presbyterorum ordinis (n. 8) e, sobretudo, no decreto sobre o apostolado dos leigos, Apostolicam actuositatem. 

No pontificado do Papa Paulo VI (1963-1978) surgem novos movimentos que, paulatinamente, vão sendo acolhidos pela autoridade eclesiástica. Grande incentivo receberão os movimentos no pontificado do Papa João Paulo II, já manifestado em sua primeira Carta Encíclica Redemptor hominis quando assinala que “um idêntico espírito de colaboração e de co-responsabilidade [...] se difundiu também entre os leigos, não apenas confi rmando as organizações de apostolado laical já existentes, mas criando outras novas, que não raro se apresentam com um aspecto diferente e uma dinâmica especial” (RH, n. 5). De fato, nos primeiros anos de pontificado, o Papa João Paulo II promove encontros dos movimentos e os reconhece como “um dos frutos mais belos da vasta e profunda renovação espiritual promovida pelo último Concílio” (Encontro com os Movimentos, em Rocca di Papa, 1987). Já anteriormente, num Encontro da Igreja italiana, em Loreto, realizado em abril de 1985, o Papa definira os movimentos como “canal privilegiado para a formação e promoção de um laicato ativo e consciente do próprio papel na Igreja e no mundo”. 

Concílio Vaticano II: “Respeitada a devida relação com a autoridade eclesiástica, os leigos têm o direito de fundar associações, dirigi-las e se inscreverem nas existentes” (AA, n. 19). Tratase de uma liberdade reconhecida e garantida pelo próprio direito, mas que deve ser exercida sempre e somente na comunhão da Igreja, em benefício do Povo de Deus. 

3 - Um olhar sobre o passado. 
Respondendo ao apelo de cada tempo, Deus se manifesta através do Espírito Santo, suscitando pessoas, documentos, instituição, profetas e santos. E respondendo a esse apelo de um mundo que estava de costa para Deus, surge o Movimento de Cursilhos, na Espanha por volta de 1949. 

4 – O Contexto Sócio-Político-Econômico 
No Brasil o cursilho chega em 1962, numa época onde o contexto sócio-político era de tensão e medo. Nesse contexto foi realizado na semana santa de 1962 na cidade de Valinhos-SP, o 1º Cursilho no Brasil, direcionado aos imigrantes espanhóis e logo depois um cursilho em Mogi das Cruzes(SP) para brasileiro. 

No nascer do cursilho no Brasil, o país entra em 1964 numa ditadura militar, onde havia restrições a reuniões, encontros, grupos. Muitos cristãos (sacerdotes e leigos) deram a vida em defesa do povo que sofria. 

5 – O Contexto Religioso e os Cursilhos 
No contexto religioso, vivíamos numa igreja de hierarquia acima que mandava e o leigo bem abaixo obedecia. O cursilho chega como a grande novidade, porém apesar de começar a abrir muitas portas para o leigo, continuava vigente a mentalidade de que o leigo, quando muito, podia fazer uma leitura durante as celebrações. 

6 – O Concílio Vaticano II
No contexto mundial, a Igreja vivia um novo sopro do Espírito Santo. Em 25 de dezembro de 1961, o papa João XXII convocava o Concílio Vaticano II que iniciaria em 11 de outubro de 1962 e terminaria em outubro de 1965.

Nascia novos documentos, nova mentalidade e renovação religiosa. E o Brasil começava a trabalhar essa nova mentalidade. 

A Igreja do Brasil, a pedido do Papa João XXIII, em 1961, elabora seu primeiro Plano Pastoral. Vivia-se um grande entusiasmo pela renovação de mentalidade religiosa católica no povo brasileiro. Começar a surgir, por influência do Concílio, um novo conceito de fiel católico: Povo de Deus. E o termo evangelização despontava. 

A partir dos cursilhos surgiu um novo entusiasmo, uma nova vibração na vida dos cristãos que participavam dos retiros. Passava-se de uma igreja fria, racional para uma igreja mais humana, mais vibrante e participativa. 

7 – O MCC e o Vaticano II
O cursilho no Brasil começou a viver aos poucos o impacto do Vaticano II e empregaram grande esforço para atualizar o MCC sem renunciar seu carisma e sua identidade. Porém não foi fácil, em muitas partes, o cursilho não caminhou em unidade, muitos não acompanharam as mudanças que nascia e recusava a se atualizar. 

8 – O MCC do Brasil e o Estatuto Canônico do MCC 
O reconhecimento canônico do Estatuto do MCC pelo Pontifício Concelho de Leigo da Santa Sé se deu em 2004, quando o Brasil era a sede do organismo mundial. O Brasil teve um intenso e exaustivo trabalho para isso acontecer. Muitas Dioceses celebraram conosco e seus Bispos felizes por terem acolhido um movimento que a Santa Sé reconhecia oficialmente. 


Biografia: Subsídios Doutrinais 03 - CNBB 
Do Jubileu para um novo Pentesco – Roteiro de Estudo (Escolas Vivenciais e Assembleias ) – MCC do Brasil

11 de junho: São Barnabé, Santa Paula Frassinetti; rogai por nós!

terça-feira, 4 de junho de 2013

PERSPECTIVA DO MCC HOJE - 1ª PARTE

O coração do justo é firme e confiante no Senhor.
Salmo 111

Caros irmãos em Cristo,

Hoje iniciamos nosso estudo proposto para o nosso movimento para esse ano visto na Assembleia Regional. Com base no roteiro elaborado pelo GEN "DO JUBILEU PARA UM NOVO PENTECOSTES" iremos aprofundar o estudo do nosso movimento e seu carisma. Iniciamos hoje com o tema: "PERSPECTIVA DO MCC HOJE - 1ª PARTE", onde meditamos e refletimos em grupo sobre o lema do ano de 2013 "...recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas[...] até os confins da terra" (Cf At 1,8)

O livro analisa esse lema em três partes e assim foi feito em nossa escola. 
a. "...recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós
b. "...para serdes minhas testemunhas[...]
c. "..até os confins da terra"

Estiveram presente : José Angelo, Cida, Márcio Padovani, Gomes, Heliane e Luciano.


O GED Vitória convoca todos os cursilhistas da Arquidiocese de Vitória para participar da ASSEMBLEIA DIOCESANA. A Assembleia Diocesana é o órgão máximo do Movimento de Cursilhos de Cristandade na nossa diocese e local das decisões do nosso movimento, onde todos os cursilhistas tem voz. Teremos formação, decidiremos as ações para 2013 e assuntos gerais. Venha para a Missa com a camisa do cursilho.





04 de junho: São Francisco Caracciolo, São Crispim; rogai por nós!

terça-feira, 28 de maio de 2013

RECEPÇÃO DOS NOVOS CURSILHISTAS

Respondeu Jesus: 'Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais agora, durante esta vida - casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições - e, no mundo futuro, a vida eterna.
Mc 10,29-30







Caríssimos irmãos decolores,

Nossa escola essa semana está em festa, recebemos novos irmãos cursilhistas: Paulo, José Angelo, Andressa e Maria Cristina.

Mesmo fazendo festa para receber novos cursilhistas, não deixamos nossa formação de lado. O assunto abordado na escola foi "CORPUS CHRISTI" e sua importância na liturgia da Igreja.


Estiveram presente: Humbelina, Aleida, Albérico, Luciano, João Paulo, Paulo, Maria Cristina, Andressa, Danielly, Maria Célia, Antônio Gomes, Artur, Cida, José Angelo, Aurinha, Raphael, Patrícia, Bruno, Lorena e Regina.





CORPUS CHRISTI

A solenidade de Corpus Christi surgiu por volta do ano de 1246, quando Santa Juliana do Mont Comillon teve uma visão de uma Igreja sob a aparência de lua cheia com mancha negra. Muito devota do Santíssimo Sacramento e sempre desejando um festa solene, ela entendeu que era um sinal.

Juliana comunicou esta visão a Dom Roberto de Thorete, bispo de Lieja que mais tarde se tornaria o Papa Urbano IV. Como naquela época os bispo tinha o direito de ordenar festa para suas dioceses, invocou um sínodo em 1246 e ordenou que a celebração fosse feita no ano seguinte na quinta-feira posterior à festa da Santíssima Trindade. Mas tarde foi estendida a toda Alemanha.

Nessa mesma época, aconteceu na cidade de Bolsena um milagre eucarístico. Um sacerdote que celebrava a Santa Missa teve dúvida de que a Consagração fosse algo real, no momento de partir a Sagrada Forma, viu sair dela o sangue que foi empapando o corporal. A venerada relíquia foi levada em procissão a Orvieto em 19 de junho de 1264, onde morava o Papa Urbano IV.

O Santo Padre através da Bula "Transiturus" de 8 de setembro daquele ano, estendeu a festa a toda Igreja. Porém com a sua morte, logo depois, prejudicou a difusão da festa. Mas o Papa Clemente V no concílio geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção da festa. Em 1317 é promulgada uma nova recopilação de leis, por João XXII, e assim a festa é estendida  a toda Igreja.

Finalmente, o Concílio de Trento declara que seja celebrado todo ano a Festa de Corpus Christi. Que seja uma celebração solene, reverenciando e honrando em procissão pelas ruas e lugares públicos o Santíssimo Sacramento!

Celebrar Corpus Christi é declarar que Jesus continua vivo nas espécies do pão e do vinho. Jesus mesmo afirma: "O que come minha carne e bebe o meu sangue..."

São Paulo nos exorta: "O cálice da benção que abençoamos não é comunhão com o sangue de Cristo? O pão que partimos não é comunhão com o Corpo de Cristo?

Esse é o único dia do ano que o Corpo de Cristo é carregado pelas ruas, passando em frente das casas, exposto aos nossos olhos e o da população. É momento único de exaltação ao nosso Deus, expondo nossa fé e nossa certeza na transubistanciação. É maior de toda as procissões que podemos participar, nela está o ápice da festa onde pelas ruas das cidades, o Cristo é levado e os fiéis podem pedir as bençãos de Jesus Eucarístico.

Graças e louvores sejam dados a todo o momento! Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento

28 de maio: São Germano de Paris; rogai por nós!

terça-feira, 14 de maio de 2013

MARIA, MÃE DE DEUS E NOSSA

Não foram vocês que me escolheram, mas fui eu que escolhi vocês. Eu os destinei para ir e dar fruto, e para que o fruto de vocês permaneça. O Pai dará a vocês qualquer coisa que vocês pedirem em meu nome.
Jo 15,16

MARIA foi o tema de nossa escola dessa semana. Tivemos a presença de Albérico, cursilhista e catequista de crisma da Paróquia São Francisco de Assis de Itapuã, que nos conduziu nessa meditação e contemplação. O ponto de partida para esse estudo foi o Catecismo da Igreja Católica.

Estiveram presente: Albérico, Maria Célia, Antônio Gomes, Juviani, Cida, Regina, Heliane e Luciano.


"... CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO,NASCIDO DA VIRGEM MARIA"



I. Concebido pelo poder do Espírito Santo...



484. A Anunciação a Maria inaugura a «plenitude dos tempos» (Gl 4, 4), isto é, o cumprimento das promessas e dos preparativos. Maria é convidada a conceber Aquele em quem habitará «corporalmente toda a plenitude da Divindade» (Cl 2, 9). A resposta divina ao seu «como será isto, se Eu não conheço homem?» (Lc 1, 34) é dada pelo poder do Espírito: «O Espírito Santo virá sobre ti» (Lc 1, 35).


485. A missão do Espírito Santo está sempre unida e ordenada à do Filho (123). O Espírito Santo, que é «o Senhor que dá a Vida», é enviado para santificar o seio da Virgem Maria e para a fecundar pelo poder divino, fazendo-a conceber o Filho eterno do Pai, numa humanidade originada da sua.

486. Tendo sido concebido como homem no seio da Virgem Maria, o Filho único do Pai é «Cristo», isto é, ungido pelo Espírito Santo (124), desde o princípio da sua existência humana, embora a sua manifestação só se venha a fazer progressivamente: aos pastores (125), aos magos 126), a João Baptista (127), aos discípulos (128). Toda a vida de Jesus Cristo manifestará, portanto, «como Deus O ungiu com o Espírito Santo e o poder» (Act 10, 38).

II. ...nascido da Virgem Maria

487. O que a fé católica crê, a respeito de Maria, funda-se no que crê a respeito de Cristo. Mas o que a mesma fé ensina sobre Maria esclarece, por sua vez, a sua fé em Cristo.

A PREDESTINAÇÃO DE MARIA

488. «Deus enviou o seu Filho» (GI 4, 4). Mas, para Lhe «formar um corpo» (129), quis a livre cooperação duma criatura. Para isso, desde toda a eternidade, Deus escolheu, para ser a Mãe do seu Filho, uma filha de Israel, uma jovem judia de Nazaré, na Galileia, «virgem que era noiva de um homem da casa de David, chamado José. O nome da virgem era Maria» (Lc 1, 26-27):

«O Pai das misericórdias quis que a aceitação, por parte da que Ele predestinara para Mãe, precedesse a Encarnação, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, também outra mulher contribuísse para a vida (130).

489. Ao longo da Antiga Aliança, a missão de Maria foi preparada pela missão de santas mulheres. Logo no princípio, temos Eva; apesar da sua desobediência, ela recebe a promessa duma descendência que sairá vitoriosa do Maligno(131) e de vir a ser a mãe de todos os vivos (132). Em virtude desta promessa, Sara concebe um filho, apesar da sua idade avançada (133). Contra toda a esperança humana, Deus escolheu o que era tido por incapaz e fraco (134) para mostrar a sua fidelidade à promessa feita: Ana, a mãe de Samuel (135), Débora, Rute, Judite e Ester e muitas outras mulheres. Maria «é a primeira entre os humildes e pobres do Senhor, que confiadamente esperam e recebem a salvação de Deus. Com ela, enfim, excelsa filha de Sião, passada a longa espera da promessa, cumprem-se os tempos e inaugura-se a nova economia da salvação» (136).

A IMACULADA CONCEIÇÃO

490. Para vir a ser Mãe do Salvador, Maria «foi adornada por Deus com dons dignos de uma tão grande missão» (137). O anjo Gabriel, no momento da Anunciação, saúda-a como «cheia de graça»(138). Efectivamente, para poder dar o assentimento livre da sua fé ao anúncio da sua vocação, era necessário que Ela fosse totalmente movida pela graça de Deus.

491. Ao longo dos séculos, a Igreja tomou consciência de que Maria, «cumulada de graça» por Deus (139), tinha sido redimida desde a sua conceição. É o que confessa o dogma da Imaculada Conceição, procla­mado em 1854 pelo Papa Pio IX:

«Por uma graça e favor singular de Deus omnipotente e em previsão dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do género humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada intacta de toda a mancha do pecado original no primeiro instante da sua conceição» (140).

492. Este esplendor de uma «santidade de todo singular», com que foi «enriquecida desde o primeiro instante da sua conceição» (141), vem-lhe totalmente de Cristo: foi «remida dum modo mais sublime, em atenção aos méritos de seu Filho» (142). Mais que toda e qualquer outra pessoa criada, o Pai a «encheu de toda a espécie de bênçãos espirituais, nos céus, em Cristo» (Ef 1, 3).«N'Ele a escolheu antes da criação do mundo, para ser, na caridade, santa e irrepreensível na sua presença» (Ef 1, 4).

493. Os Padres da tradição oriental chamam ã Mãe de Deus «a toda santa» («Panaghia»), celebram-na como «imune de toda a mancha de pecado, visto que o próprio Espírito Santo a modelou e dela fez uma nova criatura» (143). Pela graça de Deus, Maria manteve-se pura de todo o pecado pessoal ao longo de toda a vida.

«FAÇA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA...»

494. Ao anúncio de que dará à luz «o Filho do Altíssimo», sem conhecer homem, pela virtude do Espírito Santo (144), Maria respondeu pela «obediência da fé» (145), certa de que «a Deus nada é impossível»: «Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra» (Lc 1, 38). Assim, dando o seu consentimento à palavra de Deus, Maria tornou-se Mãe de Jesus. E aceitando de todo o coração, sem que nenhum pecado a retivesse, a vontade divina da salvação, entregou-se totalmente à pessoa e à obra do seu Filho para servir, na dependência d'Ele e com Ele, pela graça de Deus, o mistério da redenção (146).

«Como diz Santo Ireneu, "obedecendo, Ela tornou-se causa de salvação, para si e para todo o género humano" (147). Eis porque não poucos Padres afirmam, tal como ele, nas suas pregações, que "o nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria; e aquilo que a virgem Eva atou, com a sua incredulidade, desatou-o a Virgem Maria com a sua fé" (148); e, por comparação com Eva, chamam Maria a "Mãe dos vivos" e afirmam muitas vezes: "a morte veio por Eva, a vida veio por Maria"» (149).

A MATERNIDADE DIVINA DE MARIA

495. Chamada nos evangelhos «a Mãe de Jesus» (Jo 2, 1; 19, 25)(150), Maria é aclamada, sob o impulso do Espírito Santo e desde antes do nascimento do seu Filho, como «a Mãe do meu Senhor» (Lc 1, 43). Com efeito, Aquele que Ela concebeu como homem por obra do Espírito Santo, e que Se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne, não é outro senão o Filho eterno do Pai, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja confessa que Maria é, verdadeiramente, Mãe de Deus («Theotokos») (151).

A VIRGINDADE DE MARIA

496. Desde as primeiras formulações da fé (152), a Igreja confessou que Jesus foi concebido unicamente pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, afirmando igualmente o aspecto corporal deste acontecimento: Jesus foi concebido « absque semine, [...] ex Spiritu Sancto – do Espírito Santo, sem sémen [de homem]» (153). Os Santos Padres vêem, na conceição virginal, o sinal de que foi verdadeiramente o Filho de Deus que veio ao mundo numa humanidade como a nossa:

Diz, por exemplo, Santo Inácio de Antioquia (princípio do século II): «Vós estais firmemente convencidos, a respeito de nosso Senhor, que Ele é verdadeiramente da raça de David segundo a carne (154). Filho de Deus segundo a vontade e o poder de Deus (155); verdadeiramente nascido duma virgem [...], foi verdadeiramente crucificado por nós, na sua carne, sob Pôncio Pilatos [...] e verdadeiramente sofreu, como também verdadeiramente ressuscitou» (156).

497. As narrativas evangélicas (157) entendem a conceição virginal como uma obra divina que ultrapassa toda a compreensão e possibilidade humanas (158): «O que foi gerado nela vem do Espírito Santo», diz o anjo a José, a respeito de Maria, sua esposa (Mt 1, 20). A Igreja vê nisto o cumprimento da promessa divina feita através do profeta Isaías: «Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho» (Is 7, 14), segundo a tradução grega de Mt 1, 23.

498. Tem, por vezes, causado impressão o silêncio do Evangelho de São Marcos e das epístolas do Novo Testamento sobre a conceição virginal de Maria Também foi questionado, se não se trataria aqui de lendas ou construções teológicas fora do âmbito da historicidade. A isto há que responder: a fé na conceição virginal de Jesus encontrou viva oposição, troça ou incompreensão por parte dos não-crentes, judeus e pagãos (159); mas não tinha origem na mitologia pagã, nem era motivada por qualquer adaptação às ideias do tempo. O sentido deste acontecimento só é acessível à fé. que o vê no «nexo que liga os mistérios entre si» (160), no conjunto dos mistérios de Cristo, da Encarnação até à Páscoa. Já Santo Inácio de Antioquia fala deste nexo: «O príncipe deste mundo não teve conhecimento da virgindade de Maria e do seu parto, tal como da morte do Senhor: três mistérios extraordinários, que se efectuaram no silêncio de Deus» (161).

MARIA – «SEMPRE VIRGEM»

499. O aprofundamento da fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria (162), mesmo no parto do Filho de Deus feito homem (163). Com efeito, o nascimento de Cristo «não diminuiu, antes consagrou a integridade virginal» da sua Mãe (164).

A Liturgia da Igreja celebra Maria “Aeiparthenos” como a «sempre Virgem»(165)

500. A isso objecta-se, por vezes, que a Escritura menciona irmãos e irmãs de Jesus (166). A Igreja entendeu sempre estas passagens como não designando outros filhos da Virgem Maria. Com efeito, Tiago e José, «irmãos de Jesus» (Mt 13, 55), são filhos duma Maria discípula de Cristo (167) designada significativamente como «a outra Maria» (Mt 28, 1). Trata-se de parentes próximos de Jesus, segundo uma expressão conhecida do Antigo Testamento (168).

501. Jesus é o filho único de Maria. Mas a maternidade espiritual de Maria (169) estende-se a todos os homens que Ele veio salvar: «Ela deu à luz um Filho que Deus estabeleceu como "primogénito de muitos irmãos" (Rm 8, 29), isto é, dos fiéis para cuja geração e educação Ela coopera com amor de mãe» (170).

A MATERNIDADE VIRGINAL DE MARIA NO PLANO DE DEUS

502. O olhar da fé pode descobrir, em ligação com o conjunto da Revelação, as razões misteriosas pelas quais Deus, no seu desígnio salvífico, quis que o seu Filho nascesse duma virgem. Tais razões dizem respeito tanto à pessoa e missão redentora de Cristo como ao acolhimento dessa missão por Maria, para bem de todos os homens:

503. A virgindade de Maria manifesta a iniciativa absoluta de Deus na Encarnação. Jesus só tem Deus por Pai (171). «A natureza humana, que Ele assumiu, nunca O afastou do Pai [...]. Naturalmente Filho do seu Pai segundo a divindade, naturalmente Filho da sua Mãe segundo a humanidade, mas propriamente Filho de Deus nas suas duas naturezas» (172).

504. Jesus é concebido pelo Espírito Santo no seio da Virgem Maria, porque Ele é o Novo Adão(173), que inaugura a criação nova: «O primeiro homem veio da terra e do pó: o segundo homem veio do céu» (1 Cor 15, 47). A humanidade de Cristo é, desde a sua conceição, cheia do Espírito Santo, porque Deus «não dá o Espírito por medida» (Jo 3, 34). É da «sua plenitude», que Lhe é própria enquanto cabeça da humanidade resgatada que «nós recebemos graça sobre graça» (Jo 1, 16).

505. Jesus, o novo Adão, inaugura, pela sua conceição virginal, o novo nascimento dos filhos de adopção, no Espírito Santo, pela fé, «Como será isso?» (Lc 1, 34) (175). A parti­cipação na vida divina não procede «do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus» (Jo 1, 13). A recepção desta vida é virginal, porque inteiramente dada ao homem pelo Espírito. O sentido esponsal da vocação humana, em relação a Deus (176), foi perfeitamente realizado na maternidade virginal de Maria.

506. Maria é virgem, porque a virgindade é nela o sinal da sua fé, «sem a mais leve sombra de dúvida» (177) e da sua entrega sem reservas à vontade de Deus (178). É graças à sua fé que ela vem a ser a Mãe do Salvador: «Beatior est Maria percipiendo fïdem Christi quam concipiendo carnem Christi – Maria é mais feliz por receber a fé de Cristo do que por conceber a carne de Cristo» (179).

507. Maria é, ao mesmo tempo, virgem e mãe, porque é a figura e a mais perfeita realização da Igreja (180): «Por sua vez, a Igreja, que contempla a sua santidade misteriosa e imita a sua caridade, cumprindo fielmente a vontade do Pai, torna-se também, ela própria, mãe, pela fiel recepção da Palavra de Deus: efectivamente, pela pregação e pelo Baptismo, gera, para uma vida nova e imortal, os filhos concebidos por acção do Espírito Santo e nascidos de Deus. E também ela é virgem, pois guarda fidelidade total e pura ao seu esposo» (181).

CIC - Catecismo da Igreja Católica


5º CURSILHO MISTO DA ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA 
24 à 26 de maio de 2013 
Ficha nas escolas de Vitória (com Renata) e Vila Velha (Luciano)


5ª ENCONTRO PARA PREPARAÇÃO DO 5º CURSILHO MISTO 
Sábado, dia 18/05/2013 às 14:00h -  Santuário do Divino Espírito Santo - Prainha - Vila Velha / ES.


ASSEMBLÉIA DIOCESANA ORDINÁRIA
09 de junho de 2013 - Início com Missa às 08:00h
Paróquia Nossa Senhora das Graças - Coqueiral de Itaparica



ULTREYA DE ANIVERSÁRIO DO GED VITÓRIA - 40 ANOS DE CURSILHO NA ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA
07 de julho de 2013 - Igreja Nossa Senhora do Rosário - Prainha

08:00h -  Concentração para início da peregrinação dos cursihistas ao Convento da Penha
11:00h -  Santa Missa



DIA DE FORMAÇÃO
24 de agosto de 2013




14 de maio: São Miguel Garicoits e São Matias; rogai por nós!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

WORKSHOP - "A SEMEADURA E A VINHA DO SENHOR"

Olá irmãos em Cristo,

Nessa semana começamos nosso ciclo de workshop para responsáveis que nunca fizeram mensagens. Esse semana Lorena preparou a mensagem "A SEMEADURA E A VINHA DO SENHOR" e apresentou para nossa escola. O objetivo desse trabalho é levar aos responsáveis uma nova experiência e formar novos mensageiros. Após a sua apresentação, Lorena falou como foi a experiência de preparar uma mensagem e os responsáveis que já fizeram mensagens comentaram sua apresentação e deram algumas dicas. 


Estiveram presente: Raphael, Selma, Cida Souza, Luciano, Márcio Padovani, Bruno, Regina, Lorena e Marta.



QUADRO DE AVISOS
5º Cursilho Misto da Arquidiocese de Vitória 
24 à 26 de maio de 2013 
Ficha nas escolas de Vitória (com Renata) e Vila Velha (Luciano)
3ª Encontro para preparação do 5º Cursilho Misto 
Sábado, dia 27/04/2013 às 15:00h -  Santuário do Divino Espírito Santo - Prainha - Vila Velha / ES.
Todo cursilhista é convocado trabalhar no cursilho. Venham fazer parte desse equipe.
Feijoada Decolores 05 de maio de 2013 - Domingo - 12:00h às 15:00h
Local: Centro Social Nossa Senhora do Rosário - Prainha 
Convites : R$ 15,00 
Em prol do 5ª Cursilho Misto





XXXIª Assembléia Regional do GER Leste 1 - Campos/RJ - 26 à 28/04/2013.
"DO JUBILEU PARA UM NOVO PENTECOSTES"



03 de maio: São Felipe e São Tiago; rogai por nós!