quarta-feira, 12 de setembro de 2012

LIVROS DA BÍBLIA - 1ª PARTE

"Toda a multidão procurava tocar em Jesus, porque uma força saía d'Ele e a todos curava."
Lc 6,19

Amigos decolores,
Essa semana começamos na escola a apresentação das pesquisas sobre os livros da Bíblia. Iniciamos pelo Antigo Testamento apresentando os livros:
  • 1º Crônicas - Márcio Padovani
  • Esdras - Cida Souza
  • Jeremias - Tatiane
  • Naum - Silvana
  • Malaquias - Céia


Estiveram presente na escola: Luciano, Márcio Padovani, Cida Souza, Silvana, Gomes, Bruno, Rita, Natal, Lorena, Alessandro, Márcia Amália, Tatiane, Céia e Aziela.

Avisos:
Aniversário:
Parabéns para Heliane Maria Pessoa do Valle (14/09), Alessandra Margon (17/09). Que Nossa Senhora das Alegrias as abençoe.

Próxima escola:
Apresentação das pesquisa sobre os livros da Bíblia feita por:  Rodrigo (Eclesiástico), Lorena (Evangelho de São Mateus), Bruno (1ª Carta aos Coríntios), Juviani (Carta aos Hebreus), Paula (Carta de São Tiago), Luciano (Apocalipse de São João).

Reunião do Grupo Executio Regional - GER LESTE 1 (RJ/ES)
Dia 29 de setembro com início as 09:00 com Celebração Eucarística presidida pelo Assessor Eclesiástico Regional do GER LESTE 1 Padre Leando.
Prainha - Vila Velha -ES.

Festa das Chagas de São Francisco
Missa Solene : Santuário do Divíno Espírito Santo às 19:00h
Comemoração dos Aniversariantes que completam 70 anos.


*** 1º CRÔNICAS ***
Márcio Padovani
(livro histórico – 29 capítulos)
(1 e 2 Crônicas formavam um único livro)

1 - Para quem foi escrito este livro?
Para o povo de Deus, exilados na Babilônia, que voltavam para Jerusalém.

2 - Por quem foi escrito (autor)?
O Livro de 1 Crônicas não revela especificamente o nome do seu autor. A tradição é que 1 e 2 Crônicas foram escritos por Esdras.

3 - Em qual momento histórico?
O livro de 1 Crônicas foi provavelmente escrito entre 450 e 425 AC. O livro de 1 Crônicas foi escrito depois do exílio, no retorno a Israel. A história se concentrava no Reino do Sul das tribos de Judá.

4 - Por que este livro foi escrito (mensagem principal)?
5 - Para quê este livro foi escrito (objetivos)?
1 e 2 Crônicas se focalizam mais no aspecto sacerdotal da época. Quer unificar o povo de Deus, traçar a linha davídica e ensinar que a adoração genuína deve ser o centro da vida individual e nacional.  O livro de 1 Crônicas foi escrito para ajudar aqueles que estavam retornando a Israel a compreender como adorar a Deus. Considerado suplemento aos livros de I e II Samuel

Resumo: O livro de 1 Crônicas pode ser brevemente delineado da seguinte forma: Capítulos 1:1-9:23 - Genealogias seletivas; Capítulos 9:24-12:40 - A ascensão de Davi; Capítulos 13:1-20:30 - Reino de Davi.

Ponto importante: O capítulo 17 refere-se ao futuro Messias que seria um descendente de Davi: descrevem o Filho que será estabelecido na casa de Deus e cujo trono será estabelecido para sempre. Isso só pode se referir a Jesus Cristo.

6 - Curiosidades bíblicas sobre o Livro de I Crônicas.
- O versículo mais curto do Velho Testamento, com três palavras apenas, esta em 1 Crônicas 1.25.
- De acordo com 1 Crônicas 6.31-32, o rei Davi pode ter iniciado o primeiro coro e a primeira orquestra de Jerusalém, levando o povo a louvar no templo.
- Difícil profissão de Porteiro: Os porteiros do templo eram provavelmente sacerdotes que lavavam pratos, cuidavam do inventário, assavam pão e misturavam as especiarias.
- O tempo certo para “sair para a guerra” era na primavera, quando não havia muita coisa para fazer nas fazendas e os soldados podiam deixar as terras.
- Histórias curiosas:
  • filho que perdeu a sua primogenitura;
  • perdeu a vida por ter tocado na arca da aliança;
  • homem que regia os seus 6 filhos com harpas;
  • homens tinham rostos semelhantes a leões;
  • profeta que foi esbofeteado;
  

*** ESDRA ***
Cida Souza
O Livro de Esdras é um dos livros históricos do Antigo Testamento da Bíblia, vem depois de II Crônica e antes do Livro de Neemias. Possui dez capítulos. Conta a história repatriados, desde o retomo do exílio até o ano 400 AC tendo por foco a vida de Esdras, copista das Escrituras Hebraicas, a saída do retorno do exílio (cativeiro) da Babilônia.

Origem:
Os livros de Esdras e Neemias formavam apenas um único Livro de Esdras, composto antes de I Crônicas e II Crônicas, como se verifica na Bíblia Hebraica e na Bíblia dos Setenta, sendo que a Igreja Ortodoxa Grega também conta com um livro denominado Esdras I, inexistente na Bíblia adotada pela Igreja Católica, que costuma referir-se a este outro livro como Esdras III (apócrifo), enquanto que os livros de Esdras e de Neemias são reunidos, na Bíblia dos Setenta, em um único livro chamado de Esdras II.

A Tradução Ecumênica da Bíblia sustenta que haveria um único autor para I Crônicas, II Crônicas, Esdras e Neemias, que seria provavelmente um levita, e que sua redação não teria ocorrido antes de 350 AC nem depois de 250 AC, mas haveria adições posteriores a 200 AC.

Perspectiva teológica:
Duas grandes mensagens emergem de Esdras: a fidelidade de Deus e a infidelidade do homem. Deus havia prometido através do Profeta Jeremias (25.12) que o Cativeiro babilônico teria duração limitada. No momento apropriado, cumpriu fielmente a sua promessa e induziu o espírito do rei Ciro II da Pérsia a publicar um édito para o retorno dos exilados (1.1-4). Fielmente, concedeu a liderança a Zorobabel e Esdras. e os exilados são enviados com despejos, incluindo itens que haviam sido saqueados do templo de Salomão (1.5-10). Quando o povo desanimou por causa da zombaria dos inimigos, Deus fielmente levantou Ageu e Zacarias para encorajar o povo a completar a obra. O estímulo dos profetas trouxe resultados (5.1,2). Finalmente, quando o povo se desviou das verdades da sua palavra, Deus fielmente enviou um sacerdote dedicado que habilidosamente instruiu o povo na verdade, chamando-o à confissão de pecado e ao arrependimento dos seus caminhos perversos (caps. 9-10). A fidelidade de Deus é contrastada com a infidelidade do povo. Apesar do seu retorno e das promessas divinas, o povo se deixou influenciar pelos seus inimigos e desistiu temporariamente (4.24). Posteriormente, depois de completada a obra, de forma que pudesse adorar a Deus em seu próprio templo (6.16.18), o povo se tornou desobediente aos mandamentos de Deus;. desenvolve-se uma geração inteira cujas "iniquidades se multiplicaram sobre as vossas cabeças" (9.6). Contudo, como foi dito acima, a fidelidade de Deus triunfa em cada situação.

 
Perspectiva política:
A obra procura mostrar a reconstrução da comunidade judaica, reunida em Jerusalém e centrada no culto e na lei. Sob o domínio persa, foi concedida aos judeus uma oportunidade para recuperar e preservar a sua identidade como povo: a tradição religiosa dos antepassados, que agora se transforma em lei. No contexto pós-exílico, o Templo passa a ser o centro da vida da comunidade, como lugar de culto e da transmissão da lei, que fornecem a estrutura social da comunidade.

A obra não se resume a uma narrativa, pois pretende discutir e abrir perspectivas sobre a estrutura da própria comunidade judaica, sendo que a questão central é determinar qual a liderança que vai governar, nesse contexto, quando se propõe reestruturar a sociedade a partir da religião, a primeira conclusão é que os sacerdotes devem liderar o povo, no entanto, resta determinar o sacerdócio legítimo.

Desde o tempo de Salomão, os levitas tinham sido expulsos do Reino de Judá I Rs 2,26-27 e passaram a exercer suas atividades entre as tribos do Norte, que formaram o Reino de Israel Setentrional. Ligados aos profetas, eles preservaram e produziram tradições que formaram o Livro do Deuteronômio, o qual influenciou grandes reformas no Reino de Judá, entretanto, depois do exílio, esses Levitas se viram reduzidos a meros empregados dos sacerdotes.

O autor dessa obra, que provavelmente era um levita, busca reabilitar historicamente a figura do levita e, assim, reivindicar sua importância ao lado do sacerdócio para o governo da comunidade, mas seu objetivo não se resume a defender o interesse dos levitas, o que se pretende é resgatar a tradição profética, conservada pelos levitas, a fim de que a comunidade judaica não fique reduzida ao culto formal, mas seja capaz de se organizar socialmente, segundo o projeto de Javé, dentro da legítima tradição do Livro do Êxodo.

Essa tradição fora transmitida pelos levitas, que procuravam atualizá-la e aplicá-la às situações concretas, visando sempre em primeiro lugar à causa do povo e à defesa de uma sociedade justa e igualitária, pode-se, portanto, dizer que essa obra histórica é uma grande reivindicação para a reabilitação daqueles que se colocam como defensores dos interesses do povo, protegendo-o de possíveis arbitrariedades, tanto internas como externas.





*** NAUM ***
Silvana


O livro de Naum é intitulado A RUíNA DO OPRESSOR.
Pertence ao Velho Testamento da Bíblia Cristã, entre os livros de Miquéias e Habacuc. É o 37º livro da Bíblia, 12º livro Profético e 7º na ordem dos Profetas Menores.

Naum morava numa pequena localidade chamada Elcós. A cidade de Cafarnaum, na Galiléia, significa “Aldeia de Naum”. E significa “consolação ou conforto”, “compassivo ou cheio de consolação”. Este livro é considerado por alguns como continuidade do livro de JONAS.

Este livro foi escrito no período posterior a queda de Tebas no séc VII em 663 a.C. e pouco anterior a conquista de Nínive em 612 a.C., por aproximadamente 51 anos. Este livro profético prevê a queda do Império Assírio, tendo por capital Nínive. Capital esta cuja destruição é descrita de modo grandioso e sem meios-termos. Apresenta também o Império oprimido de Judá, no antigo Egito e o opressor, Assíria com sua capital Nínive.

Este livro é constituído por apenas 03 capítulos e 47 versículos. Tendo por propósito pronunciar a vingança divina sobre a sanguinária cidade de Ninive, e consolação a Judá com promessas de libertação.

Tendo por síntese:
Capítulo 1: Compreende uma visão da majestade do incrível poder de DEUS, que romperá o julgo dos assírios e libertará a Judá. 14 versículos
Capítulo 2: é uma emocionada descrição do assédio de Nínive. 14 versículos
Capítulo 3: Numa maldição pronunciada sobre a sanguinária cidade prediz-se a sua completa ruína. 19 versículos

Naum relata uma nova era:
  • Restauração do reino do Sul – Judá
  • Restauração do reino do Norte – Israel
  • Reunificação dos reinos tendo por capital Jerusalém

*** MALAQUIAS ***
Céia
É um livro prefético;
Foi escrito por volta do ano 430 a.c. pelo próprio Malaquias;
O nome Malaquias não é citado em mais nenhum livro da Bíblia;
O profeta Malaquias foi contemporâneo de Esdra e Neemias no período após o exílio do povo judeu na Babilônia;
Dízimo: Embora o dízimo reconhecido desde a época de Moisés, nos dias de Malaquias os sacerdotes recolhiam as ofertas e não repassavam para os levitas (para cuidar dos próprios levitas, dos órfãos, das viúvas e viajantes). O profeta Malaquias iniciou uma advertência a todos sobre o roubo do dízimo. “Com maldição sois amaldiçoados, por que a mim me robais, vós, a nação toda.” Ml 3,9).

12 de setembro: São Guido de Anderlecht e São Nilo; rogai por nós!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

MÊS DA BÍBLIA

"Fechado em si mesmo, o homem não aceita o que vem do Espírito de Deus. É uma loucura para ele, e não pode compreender, porque são coisas que devem ser avaliadas espiritualmente."
1 Cor 2,14

Amigos,
O mês de setembro é dedica pela Igreja à Bíblia. E esse mês todas as terças-feiras iremos refletir sobre o Livro Sagrado. Hoje, começamos nosso estudo conhecendo a Bíblia. Nosso irmão cursilhista Carlos Alberto Paladini trouxe até nós muitas informações sobre a Bíblia, sua origem, sua formação, quem escreveu, como foi escrito, como deve ser utilizada. Tudo para nosso crescimento na leitura da Palavra de Deus.

Estiveram presentes: Luciano, Márcio Padovani, Cida Souza, Silvana, Tatiane, Rodrigo, Juviani, Selma, Aurinha, Thaís, Naleir, Emílio, Daniele, Vitória, Antônio Gomes, Gilcimare e Carlos A Paladini.

Avisos:
Aniversário: Felicidades para Regina  Lúcia Oliveira (08/09) e Givanildo do Santos Benevides (09/09). Que Nossa Senhora da Vitória os abençoe.

Próxima escola (11/09): Pesquisa sobre os livros do Antigo Testamento feito por: Márcio Padovani(1ª Crônicas), Cida Souza(Esdra), Rodrigo(Eclesiástico), Tatiane(Jeremias), Céia(Malaquias) e Silvana(Naum).

Festa de Nossa Senhora da Vitória (Padroeira da nossa Arquidiocese) - 08 de setembro
09:00h - Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Luiz Mancilha Vilela, e a presença dos bispos das Dioceses de Colatina, S. Mateus e Cachoeiro de Itapemirim.
18:00h - Missa. Após a missa procissão luminosa que sai da Catedral e percorre as ruas da Cidade Alta com a imagem da padroeira da Arquidiocese.


*** BÍBLIA SAGRADA ***


O que é? 
Bíblia é uma palavra grega, e é plural: Livros 
São 73 livros, chamados sagrados... 

Quem escreveu? Por que é Sagrada?
Deus é o autor da bíblia. 
É Deus quem fala pelas sagradas escrituras. 
Para isso tocou o coração dos escritores sagrados (Hagiógrafos) 
  • Cada palavra, cada frase que está na bíblia, depende da capacidade da cultura de quem escreveu... (Manuência) 
  • Mas só o que Deus quis foi escrito... (Inerrância) 

Como foi escrita? 
Em hebraico, parte em aramaico e parte em grego. 
Não foi escrita de uma só vez... 
  • Primeiro a tradição foi sendo preservada de pai para filho, oralmente... 
  • Depois foi colocada no papel(pergaminho...)... 

Conta a história de um povo escolhido – Hebreu ou Israelita – Descendente de Abraão, do qual deveria nascer o Messias, isto é, o Cristo... +- 1800 ac. 
A principal missão deste povo seria conservar a fidelidade ao Deus único e verdadeiro, e ser o berço o Salvador, do Redentor... 

Como surgiu a bíblia? Como se chegou a Bíblia que temos hoje? 
Os livros sagrados foram discernidos pela Igreja, tendo como base a Tradição Apostólica... 
Só temos a Bíblia porque temos Igreja... 
A Bíblia nasceu na Celebração Eucarística... São livros que a Igreja admitia serem lidos nas celebrações eucarísticas... 


“Eu não creria no Evangelho se a isto não me levasse a autoridade da Igreja Católica...” 
Stº Agostinho

Canon – (do grego régua, medida, termo de comparação) 

Os livros sagrados: 
AT: 46 livros 
NT: 27 livros 

Qual a diferença da Bíblia Católica para a protestante? 
7 livros: Tobias, Baruc, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, 1º e 2º Macabeus. 
Porque os Fariseus diziam que Deus só podia inspirar em hebraico, dentro das fronteiras da Palestina, e somente até o tempo de Esdras. 

Como estes livros foram escritos, ou em grego, ou fora da Palestina, ou depois de Esdras... não foram inspirados... 

Como se deve ler a Bíblia? 
É preciso entender os sentidos da Escritura. (CIC 115

Existem 2 andares: 
  • 1º Andar: Sentido Literal – Terreno, fundamento do edifício... 
  • 2º Andar: Sentido Espiritual – 3 salas: 
    1. Sentido Alegórico – Analógico 
    2. Sentido Moral 
    3. Sentido Anagógico 

Sentido Literal: (CIC 116) 
Dele surge o primeiro esforço para entender as Sagradas Escrituras... 
Mas não para aí, senão não é possível entender... 
Precisamos ir para o segundo andar

Sentido Espiritual: (CIC 117) 

1. Sentido Alegórico – Analógico 
Capacidade de enxergar Jesus onde o sentido literal não enxerga, mas para isso é preciso Fé. 
EX.: Travessia do Mar Vermelho: Batismo... 

2. Sentido Moral 
Nas coisas das Sagradas Escrituras, podemos encontrar ensinamentos de como nos comportar. 
Ex.: A retidão moral com que Moisés enfrentou o Faraó. 

3. Sentido Anagógico 
Ana = para cima Gógico = conduzir 
Conduz as Escrituras sempre para a Pátria Futura, Pátria Definitiva... 
Olhar para nossa vida aqui no mundo, sempre tendo em mente o céu... Pátria Definitiva... 
Isto é Transcendência... 
Mas o ser humano está perdendo o sentido da transcendência e optando pela Imanência: 
Muitas pessoas hoje acham que religião católica não serve por pregar o Reino do Céu, a Pátria Futura. 
Religião boa tem que servir aqui para este mundo... Heresia fundamentalista. Teologia da prosperidade, da libertação... querem o reino do céu aqui, já... 
Frases ingênuas: aqui se faz aqui se paga, fortalecem a imanência, não a anagogia... 

Dizemos que a Bíblia é a Palavra de Deus... mas é preciso atenção... 

A fé cristã não é uma religião do livro... 

A Palavra de Deus não é um verbo escrito e mudo, mas encarnado e vivo... Jesus Cristo...


Hoje, 04 de setembro: Santa Rosália; rogai por nós!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A SANTA MISSA

Caríssimos irmãos em Cristo,
De fato, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.
ICor 11,26

Nossa escola hoje teve a alegria de ouvir a mensagem do Diácono Campelo sobre a Santa Missa. Foi um momento de reflexão sobre a Missa: a maior oração. No dia 02 de outubro nossa escola voltará ao tema "Missa" e fará uma escola diferente, na sacristia, onde conheceremos todo material que é usado na Celebração Eucarística.



Estiveram presente: Diácono Campelo, Luciano, Céia, Rodrigo, Juviani, Lorena, Selma, Silvana, Márcio Padovani, Taís, Cida Souza, Naleir, Márcia Amália, Aziela, Bruno e Verediana.





Avisos:
Aniversários: 
Feliz aniversário para Mariana Nascimento Costa (28/08), Alsir Monteiro da Costa (31/08) e Izabel Alves Gobira (01/09). Que Nossa Senhora da Penha os abençoe.

Assunto da próxima Escola:  "Introdução ao Estudo da Bíblia"





*** A SANTA MISSA ***

RITOS INICIAIS 

Entrada do Celebrante

Vai começar a Celebração. É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o orante máximo que assume a Liturgia oficial da Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça e nós os membros desse corpo. Por isso nos incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha sentido e nossa oração seja eficaz. Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.

Saudação
O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz. Essa expressão "EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO", tem um sentido bíblico. Nome em sentido bÍblico quer dizer a própria pessoa. Isto é iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade. 

O sinal da cruz, significa que estamos na presença do Senhor e que compartilhamos de Sua autoridade e de Seu poder.

Ato penitencial
O Ato Penitencial é um convite para cada um olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o arrependimento deve ser sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.

E quando recitamos o Rito Penitencial, ficamos inteiramente receptivos à sua graça curativa: o Senhor nos perdoa, nos abrimos em perdão e estendemos a mão para perdoar a nós mesmos e aos outros. 

Ao perdoar e receber o perdão divino, ficamos impregnados de misericórdia: somos como uma esponja seca que no mar da misericórdia começa a se embeber da graça e do amor que estão à nossa espera. É quando os fiéis em uníssono dizem: “Senhor, tende piedade de nós!”

Hino de louvor
O Glória é um hino de louvor à Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. No Glória (um dos primeiros cânticos de louvor da Igreja), entramos no louvor de Jesus diante do Pai, e a oração dEle torna-se nossa. Quando louvamos, reconhecemos o Senhor como criador e Seu contínuo envolvimento ativo em nossas vidas. Ele é o oleiro, nós somos a argila (Jer 18-6). Louvemos! 

Nós temos a tendência a nos voltar para a súplica, ou seja, permanecemos no centro da oração. No louvor, ao contrário, Jesus é o centro de nossa oração. Louvemos o Senhor com todo o nosso ser, pois alguma coisa acontece quando nos esquecemos de nós mesmos. No louvor, servimos e adoramos o Senhor.

Oração Coleta (OREMOS)
A oração é seguida de uma pausa este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça Mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.

LITURGIA DA PALAVRA

Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se mas deve esperar o celebrante dirigir-se à cadeira. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo de maior importância, pois é nesta hora que Deus nos fala solenemente. Fala a uma comunidade reunida como "Povo de Deus". A Palavra explicada, nosso compromisso com Deus, nossas súplicas e ofertas.

Primeira leitura
E quando se inicia a Liturgia da Palavra, peçamos ao Espírito Santo que nos fale por intermédio dos versículos bíblicos: que as leituras sejam para nós palavras de sabedoria, discernimento, compreensão e cura.

A Primeira Leitura geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias.

Salmo responsorial
Salmo Responsorial antecede a segunda leitura, é a nossa resposta a Deus pelo que foi dito na primeira leitura. Ajuda-nos a rezar e a meditar na Palavra acabada de proclamar. Pode ser cantado ou recitado.

Segunda leitura
A Segunda Leitura é tirada das Cartas, Atos ou Apocalipse. As cartas são dirigidas a uma comunidade a todos nós.

Canto de aclamação ao Evangelho
Terminada a Segunda Leitura, vem a Monição ao Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembléia a ouvir o Evangelho. O canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que via nos falar.

Evangelho
Toda a Assembléia está de pé, numa atitude de expectativa para ouvir a Mensagem. A Palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar "dividida" com nada: com nenhum barulho, com nenhuma distração, com nenhuma preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar.

A Palavra do Senhor é luz para nossa inteligência, paz para nosso Espírito e alegria para nosso coração.

Homilia
É a interpretação de uma profecia ou a explicação de um texto bíblico. A Bíblia não é um livro de sabedoria humana, mas de inspiração divina. Jesus tinha encerrado sua missão na terra. Havia ensinado o povo e particularmente os discípulos. 

Tinha morrido e ressuscitado dos mortos. Missão cumprida! Mas sua obra da Salvação não podia parar, devia continuar até o fim do mundo. Por isso Jesus passou aos Apóstolos o seu poder recebido do pai e lhes deu ordem para que pregassem o Evangelho a todos os povos. O sacerdote é esse "homem de Deus". Na homilia ele "atualiza o que foi dito há dois mil anos e nos diz o que Deus está querendo nos dizer hoje".

Então o sacerdote explica as leituras. É o próprio Jesus quem nos fala e nos convida a abrir nossos corações ao seu amor. Reflitamos sobre Suas palavras e respondamos colocando-as em prática em nossa vida.

Profissão de fé
Em seguida, os fiéis se levantam e recitam o Credo. Nessa oração professamos a fé do nosso Batismo.

A fé é à base da religião, o fundamento do amor e da esperança cristã. Crer em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos na Palavra de Deus que foi proclamada e estamos prontos para pô-la em prática.

Oração da comunidade (Oração dos fiéis)
Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus que nos falou, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja. 

E ainda de pé rogamos a Deus pelas necessidades da Igreja, da comunidade e de cada fiel em particular. Nesse momento fazemos também nossas ofertas a Deus.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor.

Vem a seguir o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício da Cruz, agora de maneira incruenta, isto é, sem dor e sem violência. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da Transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho (matéria) mesmo que tenha desaparecido a substância subjacente (do pão e do vinho). Ou seja, a substância agora é inteiramente a do Corpo, Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, embora as aparências sejam a do pão e do vinho.

Procissão das oferendas
As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem que trabalha. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não precisa de esmola porque Ele não é mendigo e sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus. Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho, oferece a sua vida. O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele. O celebrante lava as mãos, essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus. 

Santo
Prefácio é um hino "abertura" que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo Corações ao alto"! É um hino que proclama a Santidade de Deus e dá graças ao Senhor.

O final do Prefácio termina com a aclamação Santo, Santo, Santo... é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.

Consagração do pão e vinho
O celebrante estende as mãos sobre o pão e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo. Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio Jesus fez na Ceia e pronuncia estas palavras "TOMAI... 

O celebrante faz uma genuflexão para adorar Jesus presente sobre o altar. Em seguida recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos dizendo: "TOMAI...... "FAZEI ISTO" aqui cumpre-se a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.

"EIS O MISTÉRIO DA FÉ" Estamos diante do Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito por quem crê.

Orações pela igreja
A Igreja está espalhada por toda a terra e além dos limites geográficos: está na terra, como Igreja peregrina e militante; está no purgatório, como Igreja padecente; e está no céu como Igreja gloriosa e triunfante. 

Entre todos os membros dessa Igreja, que está no céu e na terra, existe a intercomunicação da graça ou comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros, pois somos todos irmãos, membros da grande Família de Deus.

A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo Diocesano, são os pastores do rebanho, sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles. Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a Igreja é mais para interceder do que para julgar, por isso na Missa rezamos pelos falecidos. Finalmente, pedimos por nós mesmos como "povo santo e pecador".

Por Cristo, com Cristo e em Cristo
Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o cálice e a assembléia responde amém.

RITO DA COMUNHÃO
Pai nosso
Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai-Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. Ao nos abrirmos ao Pai, uma profunda sensação de integridade e descanso toma conta de nós. Como cristãos, fazer a vontade do Pai é tão importante para nosso espírito quanto o alimento é para nosso corpo. 

O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos. 

Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do senhor na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo. 

Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante. 

Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. após o Pai Nosso na Missa não se diz amém pois a oração seguinte é continuação.

A paz
Após o Pai-Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”. 

A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição. 

Que paz é essa da qual fala Jesus? É o amor para com o próximo. Às vezes vamos à Igreja rezar pela paz no mundo, mas não estamos em paz conosco ou com nossas famílias. Não nos esqueçamos: a paz deve começar dentro de nós e dentro de nossas casas. 

Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz. 

Fração do pão
O celebrante parte da hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão. 

Cordeiro de Deus
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o "cordeiro de Deus". Os fIéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez

Comunhão
A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como MIstério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.

À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual

A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo. O fruto de nossa Comunhão não será verdadeiro se não vemos melhorar a nossa compaixão, paciência e compreensão para com os outros.

Modo de comungar
Quem comunga recebendo a hóstia na mão deve elevar a mão esquerda aberta, para o padre colocar a comunhão na palma da mão. O comungaste imediatamente, pega a Hóstia com a direita e comunga ali mesmo na frente do padre ou ministro. Ou direto na boca. 

Quando a comunhão é nas duas espécies, ou seja, pão e vinho é diretamente na boca. 

Pós comunhão
Depois de comungar temos alguns preciosos minutos em que Nosso Senhor Jesus Cristo nos tem, poderíamos dizer, abraçados. Perguntemos corajosamente: Senhor, que queres que eu faça? E estejamos abertos para ouvirmos a resposta. Quantos milagres e quantas curas acontecem nesse momento em que Deus está vivo e presente em nós! 

Rito final
Seguem-se a Ação de Graças e os Ritos Finais. Despedimo-nos, e é nessa hora que começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações. 

Como receber a benção
É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa. E a Missa termina com a benção. 

Qual a parte mais importante da Missa?
É justamente agora a parte mais importante da Missa, quando Ela se acaba, pois colocamos em prática tudo aquilo que ouvimos e aprendemos durante a celebração, enfim quando vivenciamos os ensinamentos de Deus Pai.

Retirado do site www.catequisar.com.br (http://www.catequisar.com.br/texto/materia/especial/missa/01.htm)


Hoje, dia 28 de agosto de 2012: Santo Agostinho; rogai por nós!

"Tarde te amei" - Santo Agostinho

“Tarde Vos amei,
ó Beleza tão antiga e tão nova,
tarde Vos amei!
Eis que habitáveis dentro de mim,
e eu, lá fora, a procurar-Vos!
Disforme, lançava-me sobre estas formosuras que criastes.
Estáveis comigo e eu não estava Convosco!
Retinha-me longe de Vós
aquilo que não existiria,
se não existisse em Vós.
Porém, chamastes-me,
com uma voz tão forte,
que rompestes a minha Surdez!
Brilhastes, cintilastes,
e logo afugentastes a minha cegueira!
Exalastes Perfume:
respirei-o, a plenos pulmões, suspirando por Vós.
Saboreei-Vos
e, agora, tenho fome e sede de Vós.
Tocastes-me
e ardi, no desejo da Vossa Paz”

terça-feira, 21 de agosto de 2012

RECEPÇÃO DOS NOVOS CURSILHISTAS

"Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e possuíam tudo em comum." 
At 2,44

Caros irmãos em Cristo,

Hoje nossa escola recebeu com alegria os novos cursilhistas: Márcia Amália, Eunice, Gilcimare, Gabriel, Selma e Naleir. Iniciamos nossa escola invocando a presença do Espírito Santo e em seguida a leitura e partilha de At 2,42-47 relatando o primeiro retrato da comunidade.

Estiveram presente: Luciano, Verediana, Céia, Diácono José Tarcizo, Márcia Amália, Eunice, Emílio, Cida Souza, Sônia, Gilcimare, Gabriel, Selma, Alessandro, Cida Rosa, Verônica, Lorena, Regina, Mª Célia, Naleir, Antônio Lino, Silvana, Márcio Padovani, Antônio Gomes, Bruno, Rita, Aurinha, Alessandro e Audinei.

Também falamos um pouco de como funciona a escola e como ela é fundamental para o movimento e para nós cursilhistas. A escola propõe um formação integral que abrange a:

  • Formação espiritural;
  • Formação doutrinal;
  • Formação social;
  • Formação no campo dos valores humanos.

Como defini o livro Fundamentos do MCC: "A escola é uma comunidade de cristão que, desejando ser discípulos, procuram capacitar-se para conhecer cada vez mais as riquezas da fé e do Batismo e vivê-las em plenitude crescente".
Tão importante é a Escola Vivencial no contexto do MCC, que se costuma dizer que sem Escola é impossível o MCC".

Avisos:
Aniversários:
Feliz aniversário para Maria Aparecida de Souza (17/08), Paula Souza Freitas (24/08), Pe. Humberto Leopoldo Wuyts (27/08) e Juviani Mattiello Alves (27/08). Que Nossa Senhora da Penha os abençoe.













Hoje, dia 21 de agosto: São Pio X, rogai por nós!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SANTIDADE

Caros irmãos em Cristo,

Essa semana nossa escola refletiu sobre SANTIDADE. Os cursilhistas presentes partilharam como tem sido a busca pela santidade, quais são seus obstáculos e quais as caminhos que é preciso percorrer para alcançarmos a santidade que Deus nos propõe. Partilhamos também o Evangelho de Mateus 5, 1-12 onde Jesus nos propõe as Bem-Aventuranças.

Estiveram presente: Gomes, Bruno, Céia, Juviani, Silvana, Rodrigo, Márcio Padovani, Cida Souza, Lorena, Aurinha, Luciano, Verediana e Audinei.


Avisos:

Aniversários:
Feliz aniversário para: Fabíola Karla Corrêa Ribeiro (31/07), Rita de Cássia Rodrigues (31/07), Delma dos Anjos Gomes ( 02/08) e Alessandro Borges (04/08); Que Nossa Senhora da Penha derrame suas graças sobre eles.


4ª Reunião preparatória para 4ª Cursilho Misto da Arquidiocese de Vitória
Data: 04 de agosto de 2012
Local: CESCLA - Jardim da Penha - Vitória
Hora: 14:00h
O Lanche será partilhado



*** SANTIDADE ***


A santidade na vida do homem é a sua estreita união com Deus. São Paulo diz em sua carta aos Gálatas (Gl 2,20): “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim.”

Nós fomos criados a imagem e semelhança de Deus (Gn 1,26) e como Ele é Santo, nós devemos ser santos também. Todos nós nascemos com vocação a santidade e não é nenhum homem que disse isso, mas o próprio Deus quando falou a Moisés e a Araão: “Sede pois santos, porque eu sou santo” (Lv 11,44-45). É o próprio Deus nos chamando a ser santo como Ele é.

Pedro também nos orienta sobre essa nossa vocação: “Antes, como é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos, também vós, em todo o vosso proceder. Pois está na Escritura: “Sereis santos porque eu sou santo”. (1 Pd 1,15-16).

A santidade, quando somos transformado em uma cópia viva de Jesus, “um outro Cristo” como diziam os santos Padres. Por isso que São Paulo exclama “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20).

Deus enviou seu Filho para recuperarmos diante de Deus a santidade. Sua paixão, morte e ressurreição nos deu vida nova e vida de santidade. Paulo nos ensina isso em sua carta aos Colossenses: “agora, no tempo presente, ele vos reconciliou pelo corpo carnal do seu Filho, entregue à morte, a fim de que possais comparecer diante dele como santos, íntegros e irrepreensíveis…” (Col 1,22).

João Paulo II, sempre foi um pregador incansável da santidade e ensinou: “Não tenhais medo da santidade, porque nela consiste a plena realização de toda a autêntica aspiração do coração humano.” (LR,N.17, 7/4/96).

O que nos leva a santidade não é nossos esforços, mas a vontade de Deus através da ação do Espírito Santo que nos anima e nos fortifica para segui o caminho anunciado por Jesus Cristo. Porém, nós que devemos querer trilhar esse caminho.

Caminho para santidade Mateus 5,6,7.


Hoje, dia 01 de agosto: Santo Afonso Maria de Ligório; rogai por nós!